Casa Cor São Paulo 2016 abre hoje em celebração à casa

Projeto de Roberto Migotto
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O living glamouroso e elegante com ares de biblioteca é assinado por Roberto Migotto, que comemora, assim como a CASA COR, 30 anos de carreira. Por isso, o nome do espaço também remete à década de 1930, tempo do designer francês Jean- Michel Frank. Junto do sócio Ricardo Minelli, Migotto desenvolveu um ambiente contemporâneo e relaxante, com a maioria dos móveis sendo composta por peças da sua nova coleção, lançada nesta edição da mostra.
Casa Cor São Paulo 2016 abre hoje em celebração à casa
Tributo aos 30, projeto de Roberto Migotto

O living glamouroso e elegante com ares de biblioteca é assinado por Roberto Migotto, que comemora, assim como a CASA COR, 30 anos de carreira. Por isso, o nome do espaço também remete à década de 1930, tempo do designer francês Jean- Michel Frank. Junto do sócio Ricardo Minelli, Migotto desenvolveu um ambiente contemporâneo e relaxante, com a maioria dos móveis sendo composta por peças da sua nova coleção, lançada nesta edição da mostra.

A estante desse quarto é o ponto alto do projeto, feita de madeira americana na cor castanha, com linhas ortogonais que proporcionam um movimento potencializado por nichos ora cheios, ora vazios. O desafio do projeto foi trabalhar uma marcenaria complexa com um tablado para apoiar a cama de uma maneira atemporal e uma estante de linhas ortogonais, espaços cheios e vazios e diferentes materiais e texturas que se complementam. A paleta de cores e texturas é composta pela madeira nogueira, pintura metalizada cobre e diferentes tecidos nos tons cinza, cru e rosê. Agregado à estante, um balanço, para os momentos de estudo e também para os momentos de descontração. Na bancada de estudos, há tudo para o dia a dia: um espaço para estudar, maquiar-se e expor as vontades e desejos através de um mural bem atualizado com referências de lifestyle, viagens e amizade. Um grande espelho e uma boa poltrona para leitura complementam os pontos de interesse desse quarto, que é um grande refúgio da menina.
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Quarto da Menina, por Très Arquitetura

A estante desse quarto é o ponto alto do projeto, feita de madeira americana na cor castanha, com linhas ortogonais que proporcionam um movimento potencializado por nichos ora cheios, ora vazios. O desafio do projeto foi trabalhar uma marcenaria complexa com um tablado para apoiar a cama de uma maneira atemporal e uma estante de linhas ortogonais, espaços cheios e vazios e diferentes materiais e texturas que se complementam. A paleta de cores e texturas é composta pela madeira nogueira, pintura metalizada cobre e diferentes tecidos nos tons cinza, cru e rosê. Agregado à estante, um balanço, para os momentos de estudo e também para os momentos de descontração. Na bancada de estudos, há tudo para o dia a dia: um espaço para estudar, maquiar-se e expor as vontades e desejos através de um mural bem atualizado com referências de lifestyle, viagens e amizade. Um grande espelho e uma boa poltrona para leitura complementam os pontos de interesse desse quarto, que é um grande refúgio da menina.

Um espaço de 57 m2 repleto de recursos de arquitetura, decoração e iluminação para expor com elegância os produtos da marca Baccarat, entre eles, os lustres Mille Nuits e Lady Crinoline, lançamento de três andares com altura regulável. Em contraponto às peças clássicas da Baccarat, Vivian criou uma arquitetura moderna e atemporal marcada por linhas minimalistas, mesma proposta de todo o mobiliário que ela assina e apresenta, pela primeira vez, no evento. A linha Sette7 reúne mesas laterais, de jantar, bancos e estará à venda em importantes lojas de luxo.
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Loja dos Cristais, projeto de Vivian Coser

Um espaço de 57 m2 repleto de recursos de arquitetura, decoração e iluminação para expor com elegância os produtos da marca Baccarat, entre eles, os lustres Mille Nuits e Lady Crinoline, lançamento de três andares com altura regulável. Em contraponto às peças clássicas da Baccarat, Vivian criou uma arquitetura moderna e atemporal marcada por linhas minimalistas, mesma proposta de todo o mobiliário que ela assina e apresenta, pela primeira vez, no evento. A linha Sette7 reúne mesas laterais, de jantar, bancos e estará à venda em importantes lojas de luxo.

O jardim foi elaborado com a mesma linguagem da arquitetura da recepção, para a integração dos ambientes. O jardim é bastante moderno, com linhas retas em piso drenante, intercalando cores como cinza-claro, cinza chumbo e preto. Além disso, conta com uma grande variedade de espécies vegetais existentes e tombadas, com ondas verdes com arbustos em diversas tonalidades, tamanhos e texturas, resultando em um jardim mais homogêneo e equilibrado. Para completar, uma escultura de madeira maciça em forma de cubo, além de um grande banco para as pessoas se sentarem na entrada ou saída da visita e uma mesa antiga de madeira.
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Jardim da Recepção, Alalou Paisagismo

O jardim foi elaborado com a mesma linguagem da arquitetura da recepção, para a integração dos ambientes. O jardim é bastante moderno, com linhas retas em piso drenante, intercalando cores como cinza-claro, cinza chumbo e preto. Além disso, conta com uma grande variedade de espécies vegetais existentes e tombadas, com ondas verdes com arbustos em diversas tonalidades, tamanhos e texturas, resultando em um jardim mais homogêneo e equilibrado. Para completar, uma escultura de madeira maciça em forma de cubo, além de um grande banco para as pessoas se sentarem na entrada ou saída da visita e uma mesa antiga de madeira.

O estilo escandinavo e uma paleta de tons suaves desenham o Living dos Amigos, onde a atmosfera de conforto e aconchego predomina. Num clima de oásis urbano, a profissional montou uma parede verde de suculentas, escolheu um lustre de cristal de rocha e recorreu às memórias afetivas para pontuar o décor, como brinquedos antigos garimpados em brechós.
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Living dos amigos, por AlexandraTobler

O estilo escandinavo e uma paleta de tons suaves desenham o Living dos Amigos, onde a atmosfera de conforto e aconchego predomina. Num clima de oásis urbano, a profissional montou uma parede verde de suculentas, escolheu um lustre de cristal de rocha e recorreu às memórias afetivas para pontuar o décor, como brinquedos antigos garimpados em brechós.

Com uma sala que traduz o verdadeiro sentido de conforto e funcionalidade, Alexandre Dal Fabbro iniciou seu primeiro projeto na CASA COR, a Sala Íntima, um espaço de 21 m2 inspirado no Rio de Janeiro e composto por uma decoração leve e neutra, que vai do areia ao cinza. Conceitual, Alexandre escolheu para o projeto uma peça multifuncional que pode atuar tanto como aparador, biblioteca e lareira quanto como um apoio ou bancada para computador. Entretanto, o real protagonista do ambiente é o grande e despojado sofá Montenapoleone, idealizado para aqueles momentos de lazer com os amigos ou mesmo para um dia de preguiça. Sobre a arquitetura, embora o projeto começasse com o desafio de produzir um ambiente em meio a quatro vigas, Alexandre optou por não negar esse elemento estrutural, e o incorporou ao projeto, produzindo um jogo de volumes aliado ao pé-direito alto na maior parte do espaço.
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Sala Íntima, por Alexandre Dal Fabbro

Com uma sala que traduz o verdadeiro sentido de conforto e funcionalidade, Alexandre Dal Fabbro iniciou seu primeiro projeto na CASA COR, a Sala Íntima, um espaço de 21 m2 inspirado no Rio de Janeiro e composto por uma decoração leve e neutra, que vai do areia ao cinza. Conceitual, Alexandre escolheu para o projeto uma peça multifuncional que pode atuar tanto como aparador, biblioteca e lareira quanto como um apoio ou bancada para computador. Entretanto, o real protagonista do ambiente é o grande e despojado sofá Montenapoleone, idealizado para aqueles momentos de lazer com os amigos ou mesmo para um dia de preguiça. Sobre a arquitetura, embora o projeto começasse com o desafio de produzir um ambiente em meio a quatro vigas, Alexandre optou por não negar esse elemento estrutural, e o incorporou ao projeto, produzindo um jogo de volumes aliado ao pé-direito alto na maior parte do espaço.

O paisagista destaca um lago inspirado na paisagem de Lagoa Santa, em Goiás, cidade conhecida por suas águas termais. Destaque para o espelho d’água com plantas aquáticas típicas da região, além do deque de madeira pínus, em conjunto com o pergolado metálico de teto verde e as espreguiçadeiras na cor fendi. Comprada em um antiquário, a ducha de bronze reforça a impressão de que o visitante pode tomar sol e nadar.
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Olho-d’Água, por Alexandre Furcolin

O paisagista destaca um lago inspirado na paisagem de Lagoa Santa, em Goiás, cidade conhecida por suas águas termais. Destaque para o espelho d’água com plantas aquáticas típicas da região, além do deque de madeira pínus, em conjunto com o pergolado metálico de teto verde e as espreguiçadeiras na cor fendi. Comprada em um antiquário, a ducha de bronze reforça a impressão de que o visitante pode tomar sol e nadar.

Envolvido pelo conceito do brutalismo sincronizado com o tropicalismo brasileiro, o arquiteto paisagista Alex Hanazaki apresenta um conceito paisagístico atemporal na criação da Praça Eliane. No espaço de mais de 450 m2, é possível ver um jardim flutuante composto pelos elementos naturais água e fogo e diversas espécies de plantas, com produtos especialmente criados pelo profissional em parceria com a marca Eliane Revestimentos, como porcelanatos, revestimentos e seixos com aspecto fosco. O projeto equilibra os revestimentos com aspecto fosco e rigor estético leal às pedras naturais em perfeita harmonia com elementos naturais e plantas nativas – como o icônico e característico pau-brasil.
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Praça Eliane, por Alex Hanazaki

Envolvido pelo conceito do brutalismo sincronizado com o tropicalismo brasileiro, o arquiteto paisagista Alex Hanazaki apresenta um conceito paisagístico atemporal na criação da Praça Eliane. No espaço de mais de 450 m2, é possível ver um jardim flutuante composto pelos elementos naturais água e fogo e diversas espécies de plantas, com produtos especialmente criados pelo profissional em parceria com a marca Eliane Revestimentos, como porcelanatos, revestimentos e seixos com aspecto fosco. O projeto equilibra os revestimentos com aspecto fosco e rigor estético leal às pedras naturais em perfeita harmonia com elementos naturais e plantas nativas – como o icônico e característico pau-brasil.

Para esta edição da CASA COR, Ana Maria Vieira Santos mostra sua assinatura na Casa com Garagem Renault. Cheio de espaços amplos regados à luz natural, o projeto de 160 m2, com jardins e um toque contemporâneo, evidencia a inconfundível atmosfera acolhedora e elegante da profissional.
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Casa com Garagem Renault, por Ana Maria Vieira Santos

Para esta edição da CASA COR, Ana Maria Vieira Santos mostra sua assinatura na Casa com Garagem Renault. Cheio de espaços amplos regados à luz natural, o projeto de 160 m2, com jardins e um toque contemporâneo, evidencia a inconfundível atmosfera acolhedora e elegante da profissional.

Natural e elegante, o ambiente de 36 m2 com ares de gazebo de inverno teve como inspiração o charme e o aconchego que a natureza traz em suas diversas estações do ano. Do uso de cores neutras aliadas ao dourado fosco, da vidraçaria que envolve todo o ambiente à marcenaria, o espaço é acolhedor e convidativo. Uma deliciosa lareira centralizada garante a harmonia perfeita nos dias mais frios. Com grande incidência de luz natural, o paisagismo contrasta com a modernidade e os tons sóbrios do ambiente, que conta com plantas nativas e uma linda estante flutuante.
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Terraço, projeto de Andrea Teixeira e Fernanda Negrelli

Natural e elegante, o ambiente de 36 m2 com ares de gazebo de inverno teve como inspiração o charme e o aconchego que a natureza traz em suas diversas estações do ano. Do uso de cores neutras aliadas ao dourado fosco, da vidraçaria que envolve todo o ambiente à marcenaria, o espaço é acolhedor e convidativo. Uma deliciosa lareira centralizada garante a harmonia perfeita nos dias mais frios. Com grande incidência de luz natural, o paisagismo contrasta com a modernidade e os tons sóbrios do ambiente, que conta com plantas nativas e uma linda estante flutuante.

A Galeria da Imagem remete a um ambiente de luxo, aconchego, personalidade e tranquilidade. Na exposição muitas fotos, em sua maioria em preto e branco e confeccionadas pela Arte Plural Galeria, assinadas por artistas pernambucanos, como Thomas Baccaro e Yuri Seródio, que compõem o cenário junto a uma escultura de 4 m do artista Marcelo Silveira, confeccionada com madeira de reúso e será destaque no espaço. Para valorizar a galeria e completar o ambiente, André criou um aparador e uma arandela. O aparador, que tem o sobrenome do arquiteto – aparador Carício –, estará no catálogo do Empório Beraldin, já a arandela, chamada Six, foi desenhada para dar luz ao ambiente. Com seis “braços” e duas opções de cores, prata e dourada,a luminária estará disponível na SCATTO. A intenção de Carício é apresentar um trabalho integrado de design de interiores e arte, ressaltando texturas com liberdade para atrair olhares.
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Galeria da Imagem, por André Carício

A Galeria da Imagem remete a um ambiente de luxo, aconchego, personalidade e tranquilidade. Na exposição muitas fotos, em sua maioria em preto e branco e confeccionadas pela Arte Plural Galeria, assinadas por artistas pernambucanos, como Thomas Baccaro e Yuri Seródio, que compõem o cenário junto a uma escultura de 4 m do artista Marcelo Silveira, confeccionada com madeira de reúso e será destaque no espaço. Para valorizar a galeria e completar o ambiente, André criou um aparador e uma arandela. O aparador, que tem o sobrenome do arquiteto – aparador Carício –, estará no catálogo do Empório Beraldin, já a arandela, chamada Six, foi desenhada para dar luz ao ambiente. Com seis “braços” e duas opções de cores, prata e dourada,a luminária estará disponível na SCATTO. A intenção de Carício é apresentar um trabalho integrado de design de interiores e arte, ressaltando texturas com liberdade para atrair olhares.

A arquiteta e designer de interiores Bárbara Jalles assina a repaginação do restaurante Badebec, tradicional espaço da mostra e o único que ficará para uso dos sócios do Jockey a partir do final da mostra. A profissional explorou conceitos, materiais e aplicou as mais diversas referências nos 225 m2, sem perder as referências clássicas da arquitetura original.
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Restaurante CASA COR, por Bárbara Jalles

A arquiteta e designer de interiores Bárbara Jalles assina a repaginação do restaurante Badebec, tradicional espaço da mostra e o único que ficará para uso dos sócios do Jockey a partir do final da mostra. A profissional explorou conceitos, materiais e aplicou as mais diversas referências nos 225 m2, sem perder as referências clássicas da arquitetura original.

O fascinante jardim assinado pela arquiteta paisagista Bia Abreu emoldura a casa projetada por Ana Maria Vieira Santos, como um convite à apreciação. Apesar de atrair os olhos, a proposta deste jardim residencial não é apenas apreciar. Bancos e espaços de estar proporcionam uma experiência de integração das pessoas com a natureza. O exuberante jardim vertical de samambaias, columeias e lambaris contrapõe toda a horizontalidade do jardim de forma complementar, e é refletido por um espelho d'água linear. O jardim aposta em espécies brasileiras de folhas grandes com um vasto leque de tons de verde: filodendros, bananeiras e alpinias fazem parte deste refúgio tropical.
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Jardim da Casa, por Bia Abreu

O fascinante jardim assinado pela arquiteta paisagista Bia Abreu emoldura a casa projetada por Ana Maria Vieira Santos, como um convite à apreciação. Apesar de atrair os olhos, a proposta deste jardim residencial não é apenas apreciar. Bancos e espaços de estar proporcionam uma experiência de integração das pessoas com a natureza. O exuberante jardim vertical de samambaias, columeias e lambaris contrapõe toda a horizontalidade do jardim de forma complementar, e é refletido por um espelho d'água linear. O jardim aposta em espécies brasileiras de folhas grandes com um vasto leque de tons de verde: filodendros, bananeiras e alpinias fazem parte deste refúgio tropical.

Dentro do tema “celebrar”, as arquitetas buscaram enfatizar o prazer em apreciar detalhes de decoração. Como forma de fugir das cores escuras, que são referência em banheiros masculinos, a dupla escolheu o aço corten para a bancada. Entre os mictórios, divididos por um painel do mesmo material, um lambe-lambe com o desenho de uma pin-up ganha projeção no contraste com o papel de parede sóbrio. A sustentabilidade também foi um norte, tanto na escolha das luzes de led quanto no reaproveitamento de elementos utilizados em outros projetos. O ambiente tem 9 m2, com inspiração no mundo moderno, utiliza materiais de ponta com um olhar para a sustentabilidade. O espaço foi todo pensado para que houvesse uma aproximação entre o mundo da decoração e os homens, e que fosse funcional e prático.
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Banheiro Masculino, por Beatriz Zamperlini e Mariana Zimmermann

Dentro do tema “celebrar”, as arquitetas buscaram enfatizar o prazer em apreciar detalhes de decoração. Como forma de fugir das cores escuras, que são referência em banheiros masculinos, a dupla escolheu o aço corten para a bancada. Entre os mictórios, divididos por um painel do mesmo material, um lambe-lambe com o desenho de uma pin-up ganha projeção no contraste com o papel de parede sóbrio. A sustentabilidade também foi um norte, tanto na escolha das luzes de led quanto no reaproveitamento de elementos utilizados em outros projetos. O ambiente tem 9 m2, com inspiração no mundo moderno, utiliza materiais de ponta com um olhar para a sustentabilidade. O espaço foi todo pensado para que houvesse uma aproximação entre o mundo da decoração e os homens, e que fosse funcional e prático.

Brunete Fraccaroli presta a última homenagem a sua companheira de 16 anos, a cadela Sissi. A profissional apresenta em 13 m2 um projeto distribuído em espaço gourmet, living, suíte máster, closet, todos ricamente detalhados em nuances de cinza, seguindo as tendências de Milão. Para esta edição, Brunete traz uma grande novidade, a maioria dos móveis que compõem o espaço foi impressa em 3D.
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Casa da Sissi, por Brunete Fraccaroli

Brunete Fraccaroli presta a última homenagem a sua companheira de 16 anos, a cadela Sissi. A profissional apresenta em 13 m2 um projeto distribuído em espaço gourmet, living, suíte máster, closet, todos ricamente detalhados em nuances de cinza, seguindo as tendências de Milão. Para esta edição, Brunete traz uma grande novidade, a maioria dos móveis que compõem o espaço foi impressa em 3D.

Como um homem caseiro, o arquiteto Bruno Gap adora chamar amigos para curtir o final de semana em casa. Por isso, prefere chamar sua sala de cinema de sala de entretenimento. Enquanto alguns jogam na mesa de jantar, outros podem cozinhar ou assistir a algum filme no sofá desenhado por ele mesmo. Tudo, em um mesmo ambiente influenciado pela cultura escandinava, com tons neutros nas paredes e móveis, mas com elementos coloridos, como almofadas, flores e obras de arte.
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Cinema em Casa, por Bruno Gap

Como um homem caseiro, o arquiteto Bruno Gap adora chamar amigos para curtir o final de semana em casa. Por isso, prefere chamar sua sala de cinema de sala de entretenimento. Enquanto alguns jogam na mesa de jantar, outros podem cozinhar ou assistir a algum filme no sofá desenhado por ele mesmo. Tudo, em um mesmo ambiente influenciado pela cultura escandinava, com tons neutros nas paredes e móveis, mas com elementos coloridos, como almofadas, flores e obras de arte.

O Studio Hermanny, estreante na mostra, estampa um mix contemporâneo no espaço, marcado pela sofisticação e requinte da arquitetura predominante do local, o Jockey Club de São Paulo. Catarina e Renata apresentam em 62 m2 uma solução funcional para acomodar hábitos prazerosos de um casal que aprecia leitura, música, artes e jogos. O ambiente possui uma arquitetura atemporal, ideal para o público exigente que circula na exposição em busca de novas ideias no mundo do décor.
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Suíte do Casal, por Catarina e Renata Hermanny

O Studio Hermanny, estreante na mostra, estampa um mix contemporâneo no espaço, marcado pela sofisticação e requinte da arquitetura predominante do local, o Jockey Club de São Paulo. Catarina e Renata apresentam em 62 m2 uma solução funcional para acomodar hábitos prazerosos de um casal que aprecia leitura, música, artes e jogos. O ambiente possui uma arquitetura atemporal, ideal para o público exigente que circula na exposição em busca de novas ideias no mundo do décor.

O ambiente de 30 m2 foi criado com clima aconchegante para funcionar como um refúgio do casal, um ambiente privado onde eles podem trabalhar, ler e receber amigos íntimos para um bate-papo. O casal é apreciador de arte e literatura, o que é refletido pela estante alta com muitos livros e as paredes repletas de obras. O tom azul-escuro das paredes traz aconchego ao ambiente e o uso de poucos pontos de iluminação no teto e maior utilização de luminárias soltas completam o cliente. A ideia de pintar a estante com a mesma cor da parede é para ela se camuflar e assim ressaltar os livros e objetos, que contam a história do casal e que foram adquiridos pela vida afora.
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Estúdio do Casal, por Clarisse Reade

O ambiente de 30 m2 foi criado com clima aconchegante para funcionar como um refúgio do casal, um ambiente privado onde eles podem trabalhar, ler e receber amigos íntimos para um bate-papo. O casal é apreciador de arte e literatura, o que é refletido pela estante alta com muitos livros e as paredes repletas de obras. O tom azul-escuro das paredes traz aconchego ao ambiente e o uso de poucos pontos de iluminação no teto e maior utilização de luminárias soltas completam o cliente. A ideia de pintar a estante com a mesma cor da parede é para ela se camuflar e assim ressaltar os livros e objetos, que contam a história do casal e que foram adquiridos pela vida afora.

Nesta edição, o Living e o Jardim de Inverno trazem a assinatura de Dado, que dividiu os 120 m2 em dois ambientes em espaços com multifunções, já que há no Living uma biblioteca com escrivaninha e um espaço de leitura com café, que oferecem momentos de relaxamento no terraço. A ideia é priorizar o conforto e o bem-estar, e para isso foi utilizada uma paleta de cores que trouxesse sobriedade e tranquilidade, com tons de bege, branco e cinza. A presença de luz natural também é bastante aproveitada no espaço. O arquiteto traz ainda uma mistura de mobiliário que vai do moderno ao contemporâneo, com peças da Etel, Arnaldo Danemberg Antiquário, Passado Composto, Casual Móveis, Vermeil, Loja Teo, além de marcenaria exclusiva pela Fênix Marcenaria, tecidos Celina Dias, Vitrine e Empório Beraldim e lustre Juliana Benfatti.
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Living e Jardim de Inverno, por Dado Castello Branco

Nesta edição, o Living e o Jardim de Inverno trazem a assinatura de Dado, que dividiu os 120 m2 em dois ambientes em espaços com multifunções, já que há no Living uma biblioteca com escrivaninha e um espaço de leitura com café, que oferecem momentos de relaxamento no terraço. A ideia é priorizar o conforto e o bem-estar, e para isso foi utilizada uma paleta de cores que trouxesse sobriedade e tranquilidade, com tons de bege, branco e cinza. A presença de luz natural também é bastante aproveitada no espaço. O arquiteto traz ainda uma mistura de mobiliário que vai do moderno ao contemporâneo, com peças da Etel, Arnaldo Danemberg Antiquário, Passado Composto, Casual Móveis, Vermeil, Loja Teo, além de marcenaria exclusiva pela Fênix Marcenaria, tecidos Celina Dias, Vitrine e Empório Beraldim e lustre Juliana Benfatti.

Com um clima leve, aconchegante e com espaços amplos que proporcionam o merecido descanso, David Bastos criou uma atmosfera arquitetônica atemporal, harmonizando características do estilo contemporâneo com a rusticidade, elegância e conforto da madeira nobre, que reveste as paredes e está presente nas peças e nos detalhes que pontuam a concepção. A sala de convivência de 55 m2 possui três ambientes integrados, sendo um apoio de bar, uma varanda e um living, que fazem alusão aos momentos de interação, descontração e lazer.
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Living da Praia, por David Bastos

Com um clima leve, aconchegante e com espaços amplos que proporcionam o merecido descanso, David Bastos criou uma atmosfera arquitetônica atemporal, harmonizando características do estilo contemporâneo com a rusticidade, elegância e conforto da madeira nobre, que reveste as paredes e está presente nas peças e nos detalhes que pontuam a concepção. A sala de convivência de 55 m2 possui três ambientes integrados, sendo um apoio de bar, uma varanda e um living, que fazem alusão aos momentos de interação, descontração e lazer.

Presente há 14 anos no maior evento de decoração e design da América Latina, a arquiteta Denise Barretto criou, desta vez, um ambiente com atmosfera tipicamente masculina, que convida ao bem-estar e ao encontro entre amigos. No espaço de 47 m2, propício para relaxar, cores sóbrias e atuais se espalham por móveis e revestimentos exclusivos, como o sofá curvo de 3,80 m (Artefacto), revestido de veludo chumbo e couro, e o generoso tapete de seda e lã em tons de cinza (By Kamy), verdadeiros curingas ao lado do assoalho de madeira (Parket). Juntos, acolhem os demais móveis de importantes designers, como Sergio Rodrigues, Jader Almeida (Dpot), Etel Carmona e Jorge Zalszupin. Na decoração com toques de elegância e a sensação de aconchego, uma das atrações é a mesa de madeira (Etel) que, entre várias funções, serve de apoio para o manuseio das bebidas. Perto dela fica a adega com lugar para 180 garrafas de vinhos, projetada sob medida com um sistema desenvolvido especialmente para o ambiente, o Feal Glass Slim (Tecnofeal). Na parede, cuja textura azul lembra o efeito do aço corten (lançamento da Terracor), Denise concebeu um compartimento que usa caixilhos de alumínio bem discretos e portas de correr com 3,30 m de altura.
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Sala dos Amigos, por Denise Barretto

Presente há 14 anos no maior evento de decoração e design da América Latina, a arquiteta Denise Barretto criou, desta vez, um ambiente com atmosfera tipicamente masculina, que convida ao bem-estar e ao encontro entre amigos. No espaço de 47 m2, propício para relaxar, cores sóbrias e atuais se espalham por móveis e revestimentos exclusivos, como o sofá curvo de 3,80 m (Artefacto), revestido de veludo chumbo e couro, e o generoso tapete de seda e lã em tons de cinza (By Kamy), verdadeiros curingas ao lado do assoalho de madeira (Parket). Juntos, acolhem os demais móveis de importantes designers, como Sergio Rodrigues, Jader Almeida (Dpot), Etel Carmona e Jorge Zalszupin. Na decoração com toques de elegância e a sensação de aconchego, uma das atrações é a mesa de madeira (Etel) que, entre várias funções, serve de apoio para o manuseio das bebidas. Perto dela fica a adega com lugar para 180 garrafas de vinhos, projetada sob medida com um sistema desenvolvido especialmente para o ambiente, o Feal Glass Slim (Tecnofeal). Na parede, cuja textura azul lembra o efeito do aço corten (lançamento da Terracor), Denise concebeu um compartimento que usa caixilhos de alumínio bem discretos e portas de correr com 3,30 m de altura.

Com móveis na tonalidade nude, os profissionais buscaram a sintonia da marca Fabrizio Giannone com o público feminino. O espaço conta faixa de réguas de concreto bruto, que marca o eixo da loja. Já as extremidades do piso de mármore carrara representam a passagem do estado bruto para o lapidado. O ambiente tem mobiliário da década de 1960 e mistura a elegância italiana à feminilidade brasileira.
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Joalheria, por Eduardo Bessa e Claudia Alionis

Com móveis na tonalidade nude, os profissionais buscaram a sintonia da marca Fabrizio Giannone com o público feminino. O espaço conta faixa de réguas de concreto bruto, que marca o eixo da loja. Já as extremidades do piso de mármore carrara representam a passagem do estado bruto para o lapidado. O ambiente tem mobiliário da década de 1960 e mistura a elegância italiana à feminilidade brasileira.

Em seu projeto para a Firma Casa, Esther Giobbi criou uma instalação com os móveis rústicos de madeira clara, inseridos como se estivessem em uma mata tropical. Os móveis são de vários autores, a maioria dos irmãos Campana, como a poltrona Cangaço, os armários Capacho, a luminária Fragments de vidros de Murano e cadeiras In Between de carvalho, do designer Sami Kallio (Dinamarca). O aparador up/side/down é uma edição limitada dos designers Nat Wilms e Andrea Zambelli e o banco Bent, com lâminas de carvalho, junto das poltronas Esther de veludo, da Firma Casa, fazem o contraponto com o clima brasileiro.
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Estúdio de Criação, por Esther Giobbi

Em seu projeto para a Firma Casa, Esther Giobbi criou uma instalação com os móveis rústicos de madeira clara, inseridos como se estivessem em uma mata tropical. Os móveis são de vários autores, a maioria dos irmãos Campana, como a poltrona Cangaço, os armários Capacho, a luminária Fragments de vidros de Murano e cadeiras In Between de carvalho, do designer Sami Kallio (Dinamarca). O aparador up/side/down é uma edição limitada dos designers Nat Wilms e Andrea Zambelli e o banco Bent, com lâminas de carvalho, junto das poltronas Esther de veludo, da Firma Casa, fazem o contraponto com o clima brasileiro.

A inspiração para o living dessa família jovem é o hobby que eles têm em comum: velejar. Pai, mãe e um casal de filhos encontraram na vela uma paixão que os une e fez a família voltar-se ainda mais para si, com uma mudança importante na vida dos pais, que buscaram compor um living onde pudessem estar sempre juntos, curtindo as lembranças das viagens passadas e programando as futuras. Com destaque para o piso de madeira tonalizado em verde-esmeralda, remetendo ao mar, o ambiente foi composto como um grande galpão urbano, com um perfume náutico, porém sem cair no temático. Peças de design exclusivo, assinadas pelo escritório de arquitetura, conferem sofisticação e conforto ao life style apresentado no ambiente.
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Living da Família, por Urbano Studio

A inspiração para o living dessa família jovem é o hobby que eles têm em comum: velejar. Pai, mãe e um casal de filhos encontraram na vela uma paixão que os une e fez a família voltar-se ainda mais para si, com uma mudança importante na vida dos pais, que buscaram compor um living onde pudessem estar sempre juntos, curtindo as lembranças das viagens passadas e programando as futuras. Com destaque para o piso de madeira tonalizado em verde-esmeralda, remetendo ao mar, o ambiente foi composto como um grande galpão urbano, com um perfume náutico, porém sem cair no temático. Peças de design exclusivo, assinadas pelo escritório de arquitetura, conferem sofisticação e conforto ao life style apresentado no ambiente.

Os arquitetos cariocas Fábio Bouillet e Rodrigo Jorge, à frente da Artis Design +, fazem sua estreia na mostra com o ambiente que ganhou uma apresentação especial nesta edição. O espaço conta com um amplo espelho que reflete o jardim com galhos secos e pedras, aplicado em frente à bancada de mármore, além de contar com cores mais fechadas, como cinza, marrom e preto, e soluções de sustentabilidade nos metais sanitários com duplo fluxo de água, descarga inteligente e sensor de sabonete. O grande detalhe do projeto é a disposição da bancada da pia, que fica solta no espaço.
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Banheiro Unissex, por: Fábio Bouillet e Rodrigo Jorge

Os arquitetos cariocas Fábio Bouillet e Rodrigo Jorge, à frente da Artis Design +, fazem sua estreia na mostra com o ambiente que ganhou uma apresentação especial nesta edição. O espaço conta com um amplo espelho que reflete o jardim com galhos secos e pedras, aplicado em frente à bancada de mármore, além de contar com cores mais fechadas, como cinza, marrom e preto, e soluções de sustentabilidade nos metais sanitários com duplo fluxo de água, descarga inteligente e sensor de sabonete. O grande detalhe do projeto é a disposição da bancada da pia, que fica solta no espaço.

O ambiente escolhido foi uma galeria de entrada, com um pé-direito de 4 m e extensão de 25 m por quase 3 m de largura, conferindo ao mesmo tempo a imponência e a exclusividade desejados, juntos ao impacto visual grande aos visitantes da mostra, lembrando o Palácio Grassi, em Veneza. Como é uma galeria de entrada/passagem, a grande diferença está no piso, em branco e preto com um desenho desenvolvido especialmente para o local. O espaço conta com mobiliários desenvolvidos pela Artefacto, algumas peças de antiquário da Christie Móveis, grandes obras de arte da Galeria André (Tomie Ohtake, Manabu Mabe e Arcangelo Ianelli) e Altitude Galeria (Lufe Gomes), além de uma superfoto produzida pela Fast Frame exclusivamente para esse projeto, de uma gôndola veneziana de 5 m de comprimento. Um dos lustres é um Baccarat século 19 com frutas de cristal âmbar, e o outro um Force, da La Lampe.
Casa Cor São Paulo 2016 abre hoje em celebração à casa
Galeria Grassi, por Fabio Morozini

O ambiente escolhido foi uma galeria de entrada, com um pé-direito de 4 m e extensão de 25 m por quase 3 m de largura, conferindo ao mesmo tempo a imponência e a exclusividade desejados, juntos ao impacto visual grande aos visitantes da mostra, lembrando o Palácio Grassi, em Veneza. Como é uma galeria de entrada/passagem, a grande diferença está no piso, em branco e preto com um desenho desenvolvido especialmente para o local. O espaço conta com mobiliários desenvolvidos pela Artefacto, algumas peças de antiquário da Christie Móveis, grandes obras de arte da Galeria André (Tomie Ohtake, Manabu Mabe e Arcangelo Ianelli) e Altitude Galeria (Lufe Gomes), além de uma superfoto produzida pela Fast Frame exclusivamente para esse projeto, de uma gôndola veneziana de 5 m de comprimento. Um dos lustres é um Baccarat século 19 com frutas de cristal âmbar, e o outro um Force, da La Lampe.

Espaço comercial, voltado para a divulgação de produtos comercializados em duas lojas-conceito e uma nova forma de ver e interagir com um novo estilo de apresentação de produtos, em um espaço contemporâneo, com linhas modernas e estilosas, quatro ambientes disponíveis de visualização, um office, lavabo, hall e oficina, tudo ambientado e decorado dentro das tendências atuais de Milão. Além disso, conta com um apelo forte em tecnologia de realidade virtual, por meio da qual é possível navegar em ambientes de estilos diversos, promovendo a interação entre cliente, loja e espaço.
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Loja da Construção, por Gerson Dutra e Ana Salama

Espaço comercial, voltado para a divulgação de produtos comercializados em duas lojas-conceito e uma nova forma de ver e interagir com um novo estilo de apresentação de produtos, em um espaço contemporâneo, com linhas modernas e estilosas, quatro ambientes disponíveis de visualização, um office, lavabo, hall e oficina, tudo ambientado e decorado dentro das tendências atuais de Milão. Além disso, conta com um apelo forte em tecnologia de realidade virtual, por meio da qual é possível navegar em ambientes de estilos diversos, promovendo a interação entre cliente, loja e espaço.

Em sua terceira participação na CASA COR São Paulo, Guilherme Torres antecipa o futuro da cozinha como espaço de convivência mais elementar da casa num ambiente onde os elementos fogo e gelo cedem lugar à tecnologia da indução – e ao design da emoção. A comedoria doméstica será o espaço da casa que mais apresentará inovações na próxima década. Fugindo das convenções, lugares-comuns e raios gourmetizadores, a proposta de Guilherme Torres elimina de vez o conceito de casa grande e senzala.
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Cozinha Gourmet Todeschini, por Guilherme Torres

Em sua terceira participação na CASA COR São Paulo, Guilherme Torres antecipa o futuro da cozinha como espaço de convivência mais elementar da casa num ambiente onde os elementos fogo e gelo cedem lugar à tecnologia da indução – e ao design da emoção. A comedoria doméstica será o espaço da casa que mais apresentará inovações na próxima década. Fugindo das convenções, lugares-comuns e raios gourmetizadores, a proposta de Guilherme Torres elimina de vez o conceito de casa grande e senzala.

O Bar do Terraço tem, propositalmente, ares de residência com acentuada influência retrô associada a uma iluminação e fechamentos de vidro bem contemporâneos. Plafonds de vidro das décadas de 1960 e 70 dão brilho e requinte. O esquema de cores e as referências afro-indígenas nos objetos e em algum móvel trazem uma estética brasileiríssima coroada pela mistura de peças importantes de nomes como Joaquim Tenreiro, Jorge Zalszupin, Jean Gillon e a francesa Maison Jansen. Tudo revestido com tecidos assinados pela dupla Gregório Kramer e Attílio Baschera, com estampas de folhagens, bananas e toile de jouy dos prédios de São Paulo.
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Bar do Terraço, por Gustavo Jansen

O Bar do Terraço tem, propositalmente, ares de residência com acentuada influência retrô associada a uma iluminação e fechamentos de vidro bem contemporâneos. Plafonds de vidro das décadas de 1960 e 70 dão brilho e requinte. O esquema de cores e as referências afro-indígenas nos objetos e em algum móvel trazem uma estética brasileiríssima coroada pela mistura de peças importantes de nomes como Joaquim Tenreiro, Jorge Zalszupin, Jean Gillon e a francesa Maison Jansen. Tudo revestido com tecidos assinados pela dupla Gregório Kramer e Attílio Baschera, com estampas de folhagens, bananas e toile de jouy dos prédios de São Paulo.

Ocupando um contêiner, o projeto da loja reflete sobre valores associados à brasilidade e ao mesmo tempo explora um único material em suas diversas padronagens. Partindo apenas do uso de MDF amadeirado, toda a intervenção na loja é composta por um quebra-cabeça reticulado de 200 diferentes peças que se encaixam, formando estantes que nascem do reticulado que recobre o teto do ambiente, descendo pelas paredes, deixando apenas uma delas livre, que serve ao mesmo tempo como acesso e vitrine.
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Loja CASA COR, por Gustavo Calazans

Ocupando um contêiner, o projeto da loja reflete sobre valores associados à brasilidade e ao mesmo tempo explora um único material em suas diversas padronagens. Partindo apenas do uso de MDF amadeirado, toda a intervenção na loja é composta por um quebra-cabeça reticulado de 200 diferentes peças que se encaixam, formando estantes que nascem do reticulado que recobre o teto do ambiente, descendo pelas paredes, deixando apenas uma delas livre, que serve ao mesmo tempo como acesso e vitrine.

Quando o arquiteto Gustavo Neves recebeu a missão de projetar um banheiro unissex, ele foi além de um simples ambiente. O espaço começa por um spa, com uma banheira de pedra natural, sobre piso de cimento queimado. Nas paredes pintadas com tinta caiada em tons de cinza, janelas de demolição dos anos 1940 garimpadas por Neves. O ar intimista é expresso na iluminação voltada à laje histórica do Jockey Club e no foco às obras de arte, como as duas fotos de nus do brasileiro Ivan Erick. O ambiente funcional com 18 m2 apresenta uma releitura do ato de banhar-se. Com o tema “Culto aos prazeres do corpo e da alma”, Gustavo criou um projeto cheio de simbologias, usando o concreto, a laca, o couro e os metais como materiais principais.
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Banheiro Unissex 2, por Gustavo Neves

Quando o arquiteto Gustavo Neves recebeu a missão de projetar um banheiro unissex, ele foi além de um simples ambiente. O espaço começa por um spa, com uma banheira de pedra natural, sobre piso de cimento queimado. Nas paredes pintadas com tinta caiada em tons de cinza, janelas de demolição dos anos 1940 garimpadas por Neves. O ar intimista é expresso na iluminação voltada à laje histórica do Jockey Club e no foco às obras de arte, como as duas fotos de nus do brasileiro Ivan Erick. O ambiente funcional com 18 m2 apresenta uma releitura do ato de banhar-se. Com o tema “Culto aos prazeres do corpo e da alma”, Gustavo criou um projeto cheio de simbologias, usando o concreto, a laca, o couro e os metais como materiais principais.

A inspiração da dupla formada por Gustavo e Paulo brinca com referências do passado sem deixar o contemporâneo de lado, criando um ambiente aconchegante. Essa sensação vem dos lambris aplicados nas paredes no tom verde-celadon e do uso de linho e fibras naturais. A decoração conta com objetos dos séculos 18 e 19, com destaque para o canto com
biblioteca e lareira, onde a proposta é relaxar depois das refeições.
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Sala de Almoço, por Gustavo Paschoalim e Paulo Azevedo

A inspiração da dupla formada por Gustavo e Paulo brinca com referências do passado sem deixar o contemporâneo de lado, criando um ambiente aconchegante. Essa sensação vem dos lambris aplicados nas paredes no tom verde-celadon e do uso de linho e fibras naturais. A decoração conta com objetos dos séculos 18 e 19, com destaque para o canto com biblioteca e lareira, onde a proposta é relaxar depois das refeições.

Pautada no conceito de descontração que comtempla uma mistura de estilos contemporâneo, industrial e rústico, a arquiteta criou um ambiente onde o visitante pode desfrutar de um excelente café, uma refeição, conversar com amigos. Trata-se de um espaço funcional, no qual o “uso” é essencial para atender suas funções. A inspiração e as referências para o projeto vieram dos cafés e bistrôs atuais de grandes cidades como Paris, Londres e Nova York.
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Boulangerie, por Idália Daudt

Pautada no conceito de descontração que comtempla uma mistura de estilos contemporâneo, industrial e rústico, a arquiteta criou um ambiente onde o visitante pode desfrutar de um excelente café, uma refeição, conversar com amigos. Trata-se de um espaço funcional, no qual o “uso” é essencial para atender suas funções. A inspiração e as referências para o projeto vieram dos cafés e bistrôs atuais de grandes cidades como Paris, Londres e Nova York.

O espaço, inspirado em casas de campo, de 56 m2, traz uma proposta elegante e acolhedora que desconstrói o conceito tradicional de terraços e varandas. O projeto propõe a utilização do ambiente como uma extensão do living. A arquiteta optou por uma decoração contemporânea, sofisticada e com móveis de design high end, como poltronas de Lina Bo Bardi, Jorge Zalszupin e Oscar Niemeyer. Joana desenvolveu uma mesa de latão dourado em parceria com o estúdio Amado. O paisagismo exuberante é assinado pelo Studio Externo e conta com uma parede de rocha que faz um contraponto rústico com a sofisticação do mobiliário e revestimentos. A iluminação e ventilação naturais foram valorizadas através da utilização de vidro transparente em toda a extensão do teto e janelas móveis de brise, de madeira envernizada em tom café. A paleta de cores ainda mescla dois tons neutros, o bege e o cinza.
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Terraço Gourmet, por Joana Requião

O espaço, inspirado em casas de campo, de 56 m2, traz uma proposta elegante e acolhedora que desconstrói o conceito tradicional de terraços e varandas. O projeto propõe a utilização do ambiente como uma extensão do living. A arquiteta optou por uma decoração contemporânea, sofisticada e com móveis de design high end, como poltronas de Lina Bo Bardi, Jorge Zalszupin e Oscar Niemeyer. Joana desenvolveu uma mesa de latão dourado em parceria com o estúdio Amado. O paisagismo exuberante é assinado pelo Studio Externo e conta com uma parede de rocha que faz um contraponto rústico com a sofisticação do mobiliário e revestimentos. A iluminação e ventilação naturais foram valorizadas através da utilização de vidro transparente em toda a extensão do teto e janelas móveis de brise, de madeira envernizada em tom café. A paleta de cores ainda mescla dois tons neutros, o bege e o cinza.

Completando 30 anos no trade, a Ornare – referência em armários e móveis de alto padrão para cozinha, sala de banho, home theater e closet, há 30 anos no Brasil e há dez anos nos Estados Unidos – tem seu espaço com 200 m2 assinado pelo arquiteto João Armentano. Interação é a palavra-chave nesse moderno apartamento. As paredes, revestidas com painéis de madeira da Ornare, também abrigam móveis camuflados, como os armários da cozinha, as estantes da sala de jantar e a mesa do home office – no piso, a escolha foi pela pedra dekton. Para manter a mesma fluidez nos espaços íntimos, não há separação entre quarto e closet e o piso de madeira se estende também ao banheiro, enquanto o pé-direito mais baixo cria uma atmosfera acolhedora.
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Experiência Ornare, por João Armentano

Completando 30 anos no trade, a Ornare – referência em armários e móveis de alto padrão para cozinha, sala de banho, home theater e closet, há 30 anos no Brasil e há dez anos nos Estados Unidos – tem seu espaço com 200 m2 assinado pelo arquiteto João Armentano. Interação é a palavra-chave nesse moderno apartamento. As paredes, revestidas com painéis de madeira da Ornare, também abrigam móveis camuflados, como os armários da cozinha, as estantes da sala de jantar e a mesa do home office – no piso, a escolha foi pela pedra dekton. Para manter a mesma fluidez nos espaços íntimos, não há separação entre quarto e closet e o piso de madeira se estende também ao banheiro, enquanto o pé-direito mais baixo cria uma atmosfera acolhedora.

Inspirado na linguagem da Bauhaus, o espaço de 73 m2 da arquiteta e decoradora Jóia Bergamo tem por objetivo a amplitude por meio da integração dos ambientes. A ideia é estreitar a relação entre a construção e a natureza ao redor. Trata-se de uma casa conceitual toda construída com vidro, com estruturas metálicas, linhas minimalistas e em formato de cubo. Transparente, o espaço ganha fluidez na integração dos ambientes e propõe um momento de reflexão em relação ao planeta.
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Casa Conceito, por Joia Bergamo

Inspirado na linguagem da Bauhaus, o espaço de 73 m2 da arquiteta e decoradora Jóia Bergamo tem por objetivo a amplitude por meio da integração dos ambientes. A ideia é estreitar a relação entre a construção e a natureza ao redor. Trata-se de uma casa conceitual toda construída com vidro, com estruturas metálicas, linhas minimalistas e em formato de cubo. Transparente, o espaço ganha fluidez na integração dos ambientes e propõe um momento de reflexão em relação ao planeta.

O ambiente do arquiteto é definido como um lounge de saída pouco convencional, pensado como um espaço de festa. O profissional optou por uma tenda de tecido de inspiração árabe nas cores preta e bege, que transmite em seu interior a impressão de que se trata do living de casa. A poltrona de couro, as fotografias contemporâneas e as peças asiáticas convivem de forma harmoniosa no espaço. De dentro da tenda é possível ainda apreciar a vegetação em volta do Jockey.
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Lounge de Saída, por José Roberto Moreira do Valle

O ambiente do arquiteto é definido como um lounge de saída pouco convencional, pensado como um espaço de festa. O profissional optou por uma tenda de tecido de inspiração árabe nas cores preta e bege, que transmite em seu interior a impressão de que se trata do living de casa. A poltrona de couro, as fotografias contemporâneas e as peças asiáticas convivem de forma harmoniosa no espaço. De dentro da tenda é possível ainda apreciar a vegetação em volta do Jockey.

A proposta aqui é que o diferencial seja o design do jardim. A profissional executou uma tapeçaria vegetal, que conta com uma mistura de musgos, suculentas e cactos. No ambiente, há uma poltrona do artista Rodrigo Almeida, com intervenções vegetais. A parede verde, ao mesmo tempo que completa a decoração, também cria um contraste estético por não incluir na composição os minerais que caracterizam o solo.
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Jardim Lounge, por Judith Pottecher

A proposta aqui é que o diferencial seja o design do jardim. A profissional executou uma tapeçaria vegetal, que conta com uma mistura de musgos, suculentas e cactos. No ambiente, há uma poltrona do artista Rodrigo Almeida, com intervenções vegetais. A parede verde, ao mesmo tempo que completa a decoração, também cria um contraste estético por não incluir na composição os minerais que caracterizam o solo.

Em 10 m2, Julio Dantès e Marcelo Cohen se uniram para mostrar que é possível esbanjar elegância e abusar do cinza e preto. A Saleta Íntima do Hobby é o menor espaço da CASA COR 2016. O hobby, no caso, é a fotografia, ponto de partida para toda a decoração da saleta. Uma seleção de fotografias preenche a parede diante da estante, com temas e cores diversas. O amarelo dá o arremate e é puro contraste, pontuado apenas em nicho da estante e no tapete blue night da By Kamy, desenhado pelos arquitetos exclusivamente para a mostra. Para cumprir a função de ampliar o espaço, um espelho pouco tímido não poderia deixar de estar presente, refletindo um autêntico Baccarat. Complementam o local móveis da Breton e Brentwood, iluminação cênica da Puntoluce e os ventiladores da Gerbar, com a assinatura de Ruy Othake.
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Saleta do Hobby, por Julio Dantès e Marcelo Cohen

Em 10 m2, Julio Dantès e Marcelo Cohen se uniram para mostrar que é possível esbanjar elegância e abusar do cinza e preto. A Saleta Íntima do Hobby é o menor espaço da CASA COR 2016. O hobby, no caso, é a fotografia, ponto de partida para toda a decoração da saleta. Uma seleção de fotografias preenche a parede diante da estante, com temas e cores diversas. O amarelo dá o arremate e é puro contraste, pontuado apenas em nicho da estante e no tapete blue night da By Kamy, desenhado pelos arquitetos exclusivamente para a mostra. Para cumprir a função de ampliar o espaço, um espelho pouco tímido não poderia deixar de estar presente, refletindo um autêntico Baccarat. Complementam o local móveis da Breton e Brentwood, iluminação cênica da Puntoluce e os ventiladores da Gerbar, com a assinatura de Ruy Othake.

utêntica e autoral, a Casa Braile, de Leo Romano, é uma celebração aos sentidos. O destaque são os painéis de alumínio microperfurados que envelopam teto e paredes, com o dizer “Lembre-se de esquecer”, colocando o visitante no universo do braile. Compõem o ambiente texturas diversas e muitas gradações da cor rosa, tanto na decoração quanto nos móveis – muitos deles pertencentes à nova coleção desenhada por Romano e batizada de Bailarina. Como recurso cênico, a superfície é retroiluminada e a paleta de cores definida por gradações de rosa passeia por móveis, tapetes, objetos, paredes e teto.
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Casa Braile, por Leo Romano

utêntica e autoral, a Casa Braile, de Leo Romano, é uma celebração aos sentidos. O destaque são os painéis de alumínio microperfurados que envelopam teto e paredes, com o dizer “Lembre-se de esquecer”, colocando o visitante no universo do braile. Compõem o ambiente texturas diversas e muitas gradações da cor rosa, tanto na decoração quanto nos móveis – muitos deles pertencentes à nova coleção desenhada por Romano e batizada de Bailarina. Como recurso cênico, a superfície é retroiluminada e a paleta de cores definida por gradações de rosa passeia por móveis, tapetes, objetos, paredes e teto.

Utilizando um vagão de trem da antiga Estrada de Ferro Sorocabana, o arquiteto Léo Shehtman projetou um lounge minimalista e funcional. A intenção é que o vagão seja visto como um módulo, permitindo que a construção tenha tempo e custos reduzidos em relação às construções tradicionais, além de contribuir com o meio ambiente, utilizando materiais reciclados que fazem parte do conceito do projeto: recuperar os componentes industriais e explorar soluções construtivas inovadoras. A escolha pelo glamour do estilo ganha peso com o ano de fabricação do veículo (1945) e harmoniza perfeitamente com a sofisticação de um vagão de trem antigo. Com área total de 40 m2, o ambiente interno é composto por living, sala de banho, sala de almoço e cozinha, todos integrados em um ambiente, sem paredes e divisórias, o que permite aproveitamento máximo da área.
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Vagão de Trem, por Léo Shehtman

Utilizando um vagão de trem da antiga Estrada de Ferro Sorocabana, o arquiteto Léo Shehtman projetou um lounge minimalista e funcional. A intenção é que o vagão seja visto como um módulo, permitindo que a construção tenha tempo e custos reduzidos em relação às construções tradicionais, além de contribuir com o meio ambiente, utilizando materiais reciclados que fazem parte do conceito do projeto: recuperar os componentes industriais e explorar soluções construtivas inovadoras. A escolha pelo glamour do estilo ganha peso com o ano de fabricação do veículo (1945) e harmoniza perfeitamente com a sofisticação de um vagão de trem antigo. Com área total de 40 m2, o ambiente interno é composto por living, sala de banho, sala de almoço e cozinha, todos integrados em um ambiente, sem paredes e divisórias, o que permite aproveitamento máximo da área.

O menor ambiente da mostra se apresenta de forma aconchegante e charmosa, com ares de biblioteca. Para isso, foi feita uma homenagem à cidade de São Paulo, com uso de paleta de cores com os tons branco, preto e vermelho. Nas paredes, os móveis do Arnaldo Danemberg Antiquário se unem a um tecido listrado em um bonito conjunto.
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Circulação, por Luciana Kreimer

O menor ambiente da mostra se apresenta de forma aconchegante e charmosa, com ares de biblioteca. Para isso, foi feita uma homenagem à cidade de São Paulo, com uso de paleta de cores com os tons branco, preto e vermelho. Nas paredes, os móveis do Arnaldo Danemberg Antiquário se unem a um tecido listrado em um bonito conjunto.

O ambiente de passagem valoriza a arquitetura histórica do ambulatório do Jockey Club, utilizando dois materiais: concreto aparente e compensado naval, resultando em um percurso aonde o visitante descobre, aos poucos, enquadramentos e perspectivas diferentes do caminho.
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Galeria do Colecionador, por Maicon Antoniolli

O ambiente de passagem valoriza a arquitetura histórica do ambulatório do Jockey Club, utilizando dois materiais: concreto aparente e compensado naval, resultando em um percurso aonde o visitante descobre, aos poucos, enquadramentos e perspectivas diferentes do caminho.

A Trancoso dos anos 1980 desembarca em São Paulo, personificada pelo Jardim Caboclo, projeto assinado por Marcelo Faisal. O jardim resgata a história do caboclo e da miscigenação oriunda da colonização brasileira. O paisagista mergulhou no baú de relíquias do acervo pessoal de Hugo França e trouxe peças icônicas para protagonizar o ambiente. Canoas, bancos, cascos, itens que tão bem representam o início da carreira de França, foram ambientados em 13 m2 de areia, o que dá ainda mais destaque à madeira rústica que divide espaço com exuberantes coqueiros.
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Jardim Caboclo, por Marcelo Faisal

A Trancoso dos anos 1980 desembarca em São Paulo, personificada pelo Jardim Caboclo, projeto assinado por Marcelo Faisal. O jardim resgata a história do caboclo e da miscigenação oriunda da colonização brasileira. O paisagista mergulhou no baú de relíquias do acervo pessoal de Hugo França e trouxe peças icônicas para protagonizar o ambiente. Canoas, bancos, cascos, itens que tão bem representam o início da carreira de França, foram ambientados em 13 m2 de areia, o que dá ainda mais destaque à madeira rústica que divide espaço com exuberantes coqueiros.

A atmosfera lúdica serviu de inspiração para Mariana Crego projetar o espaço de 40 m2, que se pautou numa narrativa de sentimentos e significados. Para conceber a loja-conceito da marca Mundo do Enxoval, Mariana apostou numa estética que se materializa com profundidade por meio de detalhes que agregam sustentabilidade, arte e interação dos visitantes com o espaço, numa mensagem positiva e motivacional para produzir boas energias.
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Loja dos Enxovais, por Mariana Crego

A atmosfera lúdica serviu de inspiração para Mariana Crego projetar o espaço de 40 m2, que se pautou numa narrativa de sentimentos e significados. Para conceber a loja-conceito da marca Mundo do Enxoval, Mariana apostou numa estética que se materializa com profundidade por meio de detalhes que agregam sustentabilidade, arte e interação dos visitantes com o espaço, numa mensagem positiva e motivacional para produzir boas energias.

Esse espaço teve inspiração na cozinha dinamarquesa. O uso de madeira, superfícies brancas, muita luz natural (nesse caso simulada atrávés de um backlight) e um desenho minimalista, unidos ao conceito da “cozinha de conversação”, traduzido da palavra “cozinha” para os povos escandinavos, resultou num espaço versátil, funcional e sem muitos elementos, contendo o estritamente necessário para o uso de uma cozinha e uma lavanderia na casa nos tempos atuais.
O uso do bambu (madeira com alto potencial de reflorestamento) como protagonista nos revestimentos de piso e nos armários, agregado ao emprego de lâmpadas de led, equipamentos de baixo consumo de energia e até uma pequena horta, reforça o conceito de sustentabilidade, hoje condição primordial em qualquer projeto de arquitetura e interiores.
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Cozinha Essencial, por Marilia Pellegrini

Esse espaço teve inspiração na cozinha dinamarquesa. O uso de madeira, superfícies brancas, muita luz natural (nesse caso simulada atrávés de um backlight) e um desenho minimalista, unidos ao conceito da “cozinha de conversação”, traduzido da palavra “cozinha” para os povos escandinavos, resultou num espaço versátil, funcional e sem muitos elementos, contendo o estritamente necessário para o uso de uma cozinha e uma lavanderia na casa nos tempos atuais. O uso do bambu (madeira com alto potencial de reflorestamento) como protagonista nos revestimentos de piso e nos armários, agregado ao emprego de lâmpadas de led, equipamentos de baixo consumo de energia e até uma pequena horta, reforça o conceito de sustentabilidade, hoje condição primordial em qualquer projeto de arquitetura e interiores.

Dividido em sete ambientes: suíte máster, banho, área de exposição, living, sala de jantar, gourmet e deque, o Espaço Deca conta com uma área de 200 m2 e promete atrair as atenções. Com dois espaços funcionais, a área gourmet e o banho, o projeto destaca as novidades em misturadores Deca, que imprimem uma atmosfera contemporânea, e traz referências históricas da Bauhaus, em que há uma relação íntima com a arquitetura. No projeto de Marina, tais referências podem ser conferidas por meio das linhas retas e pelo uso de grandes vãos, além de obras de arte e da ligação com a marcenaria e itens pré-fabricados.
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Espaço Deca, por Marina Linhares

Dividido em sete ambientes: suíte máster, banho, área de exposição, living, sala de jantar, gourmet e deque, o Espaço Deca conta com uma área de 200 m2 e promete atrair as atenções. Com dois espaços funcionais, a área gourmet e o banho, o projeto destaca as novidades em misturadores Deca, que imprimem uma atmosfera contemporânea, e traz referências históricas da Bauhaus, em que há uma relação íntima com a arquitetura. No projeto de Marina, tais referências podem ser conferidas por meio das linhas retas e pelo uso de grandes vãos, além de obras de arte e da ligação com a marcenaria e itens pré-fabricados.

O conceito do projeto foi baseado no projeto da calçada em frente à mostra, assinado por Michel Farah. Com isso, o canteiro central da avenida Lineu de Paula Machado ganhou plantas resistentes às intempéries. Na calçada, ainda é possível ver um oásis de descanso, com bancos de madeira, e um paraciclo para quem chegar de bicicleta.
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Calçada Urbana, por Michel Farah

O conceito do projeto foi baseado no projeto da calçada em frente à mostra, assinado por Michel Farah. Com isso, o canteiro central da avenida Lineu de Paula Machado ganhou plantas resistentes às intempéries. Na calçada, ainda é possível ver um oásis de descanso, com bancos de madeira, e um paraciclo para quem chegar de bicicleta.

A lembrança da avó tocando piano foi a inspiração do arquiteto para o ambiente que criaria – um espaço intimista, em formato de lounge, que estimula a permanência e o convívio entre as pessoas. Na decoração, Michel misturou arte e mobiliário de época, além de fazer um contraste com a cultura pop, tecidos luxuosos e estruturas modernas, que evidenciam seu repertório criativo.
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Sala de Música, por Michel Safatle

A lembrança da avó tocando piano foi a inspiração do arquiteto para o ambiente que criaria – um espaço intimista, em formato de lounge, que estimula a permanência e o convívio entre as pessoas. Na decoração, Michel misturou arte e mobiliário de época, além de fazer um contraste com a cultura pop, tecidos luxuosos e estruturas modernas, que evidenciam seu repertório criativo.

O Palácio de Versalhes é a grande inspiração de Michele Luz para o Quarto do Bebê, que destaca a nobreza ao mesmo tempo em que torna leve a austeridade do castelo francês, com o uso de off-white tanto nos móveis quanto nos revestimentos escolhidos pela mineira. Nas paredes, arabescos em 3D dão o tom lúdico ao espaço, que traz grandes cubos de madeira e um abajur no formato de um cavalo, um lustre de cristal e enxoval de seda.
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Quarto do Bebê, por Michele Luz

O Palácio de Versalhes é a grande inspiração de Michele Luz para o Quarto do Bebê, que destaca a nobreza ao mesmo tempo em que torna leve a austeridade do castelo francês, com o uso de off-white tanto nos móveis quanto nos revestimentos escolhidos pela mineira. Nas paredes, arabescos em 3D dão o tom lúdico ao espaço, que traz grandes cubos de madeira e um abajur no formato de um cavalo, um lustre de cristal e enxoval de seda.

A sala de estar Hot Spot! é um convite ao receber contemporâneo. Baseado em ambientes parisienses e nova-iorquinos – refletidos no layout, com o uso de boiseries e na escolha de materiais, como o metal –, o living é composto por um mobiliário de formas curvas, que aproxima as pessoas que o frequentam. A cor preta proporciona conforto e calor, reforçado pelo uso de lâminas de madeiras queimadas no revestimento das paredes. Os jovens designers Moacir Schmitt Jr. e Sálvio Moraes Jr., fundadores do CASAdesign Interiores, apresentam o ambiente, com 59 m2, que traz o olhar contemporâneo do morar, envolvido numa atmosfera urbana e sofisticada. As paginações é geometrizada e revelada por meio do uso de boiseries e de painéis amplos de madeira.
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Hot Spot!, por Salvio Júnior e Moacir Júnior

A sala de estar Hot Spot! é um convite ao receber contemporâneo. Baseado em ambientes parisienses e nova-iorquinos – refletidos no layout, com o uso de boiseries e na escolha de materiais, como o metal –, o living é composto por um mobiliário de formas curvas, que aproxima as pessoas que o frequentam. A cor preta proporciona conforto e calor, reforçado pelo uso de lâminas de madeiras queimadas no revestimento das paredes. Os jovens designers Moacir Schmitt Jr. e Sálvio Moraes Jr., fundadores do CASAdesign Interiores, apresentam o ambiente, com 59 m2, que traz o olhar contemporâneo do morar, envolvido numa atmosfera urbana e sofisticada. As paginações é geometrizada e revelada por meio do uso de boiseries e de painéis amplos de madeira.

O protagonista desse loft de 43 m2 é um banco multifuncional de concreto que percorre todo o perímetro do espaço. Ao entrar, serve como chapelaria, depois, como aparador, prateleira, banco da mesa de jantar e apoio de lenha da lareira. A paleta de cor varia entre o cinza, o rosé, o preto e o nude da madeira canadense, que vai do piso sem rodapés até a metade da parede, dando a sensação de continuidade e amplitude. O nome escolhido para o ambiente é em homenagem a um exemplar da jabuticabeira suspensa por cabos de aço e envolvida pela técnica japonesa chamada kokedama.
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Estúdio Jabuticaba, por Nildo José

O protagonista desse loft de 43 m2 é um banco multifuncional de concreto que percorre todo o perímetro do espaço. Ao entrar, serve como chapelaria, depois, como aparador, prateleira, banco da mesa de jantar e apoio de lenha da lareira. A paleta de cor varia entre o cinza, o rosé, o preto e o nude da madeira canadense, que vai do piso sem rodapés até a metade da parede, dando a sensação de continuidade e amplitude. O nome escolhido para o ambiente é em homenagem a um exemplar da jabuticabeira suspensa por cabos de aço e envolvida pela técnica japonesa chamada kokedama.

Um homem urbano, morador de qualquer grande cidade do mundo, apreciador de arte e, acima de tudo, amante de café. Essa é a descrição do possível proprietário desse lounge, arquitetado pela dupla Olegário de Sá e Gilberto Cioni. O hobby está expresso nos potes com diferentes grãos em cima da mesa e nas três máquinas modernas da bebida.
Casa Cor São Paulo 2016 abre hoje em celebração à casa
Lounge do Barista, por Olegário de Sá e Gilberto Cione

Um homem urbano, morador de qualquer grande cidade do mundo, apreciador de arte e, acima de tudo, amante de café. Essa é a descrição do possível proprietário desse lounge, arquitetado pela dupla Olegário de Sá e Gilberto Cioni. O hobby está expresso nos potes com diferentes grãos em cima da mesa e nas três máquinas modernas da bebida.

O ambiente de 75 m2 abrirá a principal mostra de decoração da América Latina apresentando a arquitetura desconstruída como parte essencial da decoração e do conceito do espaço. Ou seja, a estrutura da casa desenvolvida pelo arquiteto campineiro integra o visual do espaço de forma natural e bela. Pelo lado de fora, as formas desiguais da construção cobertas por placas de titânio, que podem variar em tons de cinza de acordo com a luz do dia, chamam a atenção pela ousadia e irreverência. Dividido em três ambientes, os visitantes poderão conferir um espaço equilibrado. É lá também que os profissionais de imprensa poderão trocar figurinhas, realizar entrevistas ou mesmo descansar um pouco em uma das peças assinadas que ambientarão o lugar. Logo na entrada, os visitantes compram seus bilhetes e têm a opção de guardar os pertences para curtir a mostra com mais tranquilidade.
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Pavilhão da Recepção, por Otto Felix

O ambiente de 75 m2 abrirá a principal mostra de decoração da América Latina apresentando a arquitetura desconstruída como parte essencial da decoração e do conceito do espaço. Ou seja, a estrutura da casa desenvolvida pelo arquiteto campineiro integra o visual do espaço de forma natural e bela. Pelo lado de fora, as formas desiguais da construção cobertas por placas de titânio, que podem variar em tons de cinza de acordo com a luz do dia, chamam a atenção pela ousadia e irreverência. Dividido em três ambientes, os visitantes poderão conferir um espaço equilibrado. É lá também que os profissionais de imprensa poderão trocar figurinhas, realizar entrevistas ou mesmo descansar um pouco em uma das peças assinadas que ambientarão o lugar. Logo na entrada, os visitantes compram seus bilhetes e têm a opção de guardar os pertences para curtir a mostra com mais tranquilidade.

Enquanto a vida nas megalópoles atravessa tempos coléricos, o trio de profissionais do Yamagata encapsula conceitos como paz, calmaria, design e ergonomia nesse ambiente urbano, atemporal e com forte influência nipônica. A unidade, batizada de Shoji 04, se desenvolve em 84 m2 que remetem aos pequenos e aconchegantes espaços do Japão. Na prática, um grande volume de madeira absorve cozinha, banheiro e quarto, organiza o projeto espacialmente e deixa a luz entrar generosamente, em conexão com os preceitos de sustentabilidade e conexão com a natureza. O mesmo volume parece repousar delicadamente em paralelo a uma grande galeria onde se distribuem as áreas de estar e jantar. Um mix de temperaturas, texturas e percepções: madeira clara, ladrilho hidráulico, mármore e metal. O branco marca presença como cor predominante nas lajes de concreto, elementos industriais e paredes patinadas pela ação do tempo. A curadoria de arte traz a assinatura de Alessandro Sartore, reunindo obras de artistas com prestígio universal, alma e RG carioca.
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Unidade SHOJI 04, por Yamagata Arquitetura

Enquanto a vida nas megalópoles atravessa tempos coléricos, o trio de profissionais do Yamagata encapsula conceitos como paz, calmaria, design e ergonomia nesse ambiente urbano, atemporal e com forte influência nipônica. A unidade, batizada de Shoji 04, se desenvolve em 84 m2 que remetem aos pequenos e aconchegantes espaços do Japão. Na prática, um grande volume de madeira absorve cozinha, banheiro e quarto, organiza o projeto espacialmente e deixa a luz entrar generosamente, em conexão com os preceitos de sustentabilidade e conexão com a natureza. O mesmo volume parece repousar delicadamente em paralelo a uma grande galeria onde se distribuem as áreas de estar e jantar. Um mix de temperaturas, texturas e percepções: madeira clara, ladrilho hidráulico, mármore e metal. O branco marca presença como cor predominante nas lajes de concreto, elementos industriais e paredes patinadas pela ação do tempo. A curadoria de arte traz a assinatura de Alessandro Sartore, reunindo obras de artistas com prestígio universal, alma e RG carioca.

O loft requer um casal com muita intimidade, já que a única divisória do espaço é de vidro espelhado, que esconde o banheiro. A grande bancada de madeira com laca verde começa como apoio de cooktop, depois se torna mesa de jantar até alcançar a outra ponta, destinada ao home office. Embora encontre objetos campestres, o toque contemporâneo está presente em detalhes como uma luminária de estilo industrial, do designer Jader Almeida.
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Loft do Campo, por Paola Ribeiro

O loft requer um casal com muita intimidade, já que a única divisória do espaço é de vidro espelhado, que esconde o banheiro. A grande bancada de madeira com laca verde começa como apoio de cooktop, depois se torna mesa de jantar até alcançar a outra ponta, destinada ao home office. Embora encontre objetos campestres, o toque contemporâneo está presente em detalhes como uma luminária de estilo industrial, do designer Jader Almeida.

O ambiente é inspirado na mãe da arquiteta, Dora Openheim, escritora, artista plástica e designer de moda. Com o objetivo de resgatar a história do lugar, que antigamente funcionava como ambulatório, a arquiteta manteve detalhes originais e preservou ao máximo a arquitetura do prédio, garimpando azulejos de demolição, por exemplo, material que reveste a maior parte das paredes. Com isso, Patricia espera proporcionar aos visitantes uma memória afetiva do patrimônio. No projeto, destaque para a cristaleira e composição de mesas de pedras brasileiras, desenhadas exclusivamente para a mostra, além de peças de design, como a mesa Wireframe, de Piero Lissoni, poltrona Letizia, de Gastone Rinaldi para a Poltrona Frau, sofá Argand e poltrona Poline, de Patricia Anastassiadis para a coleção 2016 da Artefacto, escrivaninha Svolta, do Empório Beraldin, e cadeira inglesa do século 19 do Arnaldo Danemberg Antiquário. A inspiração para a paleta de cores utilizada foi a casa do designer de moda Mariano Fortuny, em Veneza. Todo o piso do ambiente, assim como o teto, possui revestimento de madeira da Indusparquet com paginação escama de peixe. Já o piso da entrada é da Concresteel.
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Gabinete de Criação, por Patricia Anastassiadis

O ambiente é inspirado na mãe da arquiteta, Dora Openheim, escritora, artista plástica e designer de moda. Com o objetivo de resgatar a história do lugar, que antigamente funcionava como ambulatório, a arquiteta manteve detalhes originais e preservou ao máximo a arquitetura do prédio, garimpando azulejos de demolição, por exemplo, material que reveste a maior parte das paredes. Com isso, Patricia espera proporcionar aos visitantes uma memória afetiva do patrimônio. No projeto, destaque para a cristaleira e composição de mesas de pedras brasileiras, desenhadas exclusivamente para a mostra, além de peças de design, como a mesa Wireframe, de Piero Lissoni, poltrona Letizia, de Gastone Rinaldi para a Poltrona Frau, sofá Argand e poltrona Poline, de Patricia Anastassiadis para a coleção 2016 da Artefacto, escrivaninha Svolta, do Empório Beraldin, e cadeira inglesa do século 19 do Arnaldo Danemberg Antiquário. A inspiração para a paleta de cores utilizada foi a casa do designer de moda Mariano Fortuny, em Veneza. Todo o piso do ambiente, assim como o teto, possui revestimento de madeira da Indusparquet com paginação escama de peixe. Já o piso da entrada é da Concresteel.

O ponto de partida desse espaço foi um personagem muito culto, com gosto eclético de leitura, apreciador da arte, filmes clássicos e com grande conhecimento do mundo. O projeto foca não só no trabalho, mas também na pesquisa e leitura. O grande destaque é uma estante de madeira, e o ar intimista do ambiente é expresso na iluminação focada nas obras de arte.
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Home Office, por Patricia Hagobian

O ponto de partida desse espaço foi um personagem muito culto, com gosto eclético de leitura, apreciador da arte, filmes clássicos e com grande conhecimento do mundo. O projeto foca não só no trabalho, mas também na pesquisa e leitura. O grande destaque é uma estante de madeira, e o ar intimista do ambiente é expresso na iluminação focada nas obras de arte.

Um espaço contemporâneo e aconchegante, feito especialmente para a CASA COR e para os frequentadores da FNAC que querem relaxar durante as suas compras e apreciar um ambiente da mostra. No projeto, Patricia Pasquini projetou uma divisória de painel de madeira que imita aço corten, divide os ambientes e dá um aspecto de lounge. A parte de baixo da divisória foi projetada em formas irregulares e vazada para dar a sensação de amplitude e recebeu uma iluminação com fita de led. As arandelas em tom bronze seguem o tom do corten e chamam a atenção pelo efeito de luz. Os tons dos tapetes se destacam com o matiz neutro das poltronas. O destaque do ambiente fica com a mesa de centro de madeira maciça vinda dos Alpes italianos e o banco de madeira maciça brasileira.
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Lounge CASA COR na FNAC Shopping Morumbi, por Patricia Pasquini

Um espaço contemporâneo e aconchegante, feito especialmente para a CASA COR e para os frequentadores da FNAC que querem relaxar durante as suas compras e apreciar um ambiente da mostra. No projeto, Patricia Pasquini projetou uma divisória de painel de madeira que imita aço corten, divide os ambientes e dá um aspecto de lounge. A parte de baixo da divisória foi projetada em formas irregulares e vazada para dar a sensação de amplitude e recebeu uma iluminação com fita de led. As arandelas em tom bronze seguem o tom do corten e chamam a atenção pelo efeito de luz. Os tons dos tapetes se destacam com o matiz neutro das poltronas. O destaque do ambiente fica com a mesa de centro de madeira maciça vinda dos Alpes italianos e o banco de madeira maciça brasileira.

Nesse projeto podemos encontrar um ponto marcante: o contraste do concreto bruto das paredes, que se relaciona com o balcão revestido de ouro metalizado. Além do sino de bronze do século 2 a.C., junto com as cerâmicas de Máximo Soalheiro. Esse ambiente, assinado por Pedro Lázaro, expressa as diferenças da natureza do ser e tem sua atmosfera criada a partir do barroco mineiro.
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Espaço das Interlocuções, por Pedro Lázaro

Nesse projeto podemos encontrar um ponto marcante: o contraste do concreto bruto das paredes, que se relaciona com o balcão revestido de ouro metalizado. Além do sino de bronze do século 2 a.C., junto com as cerâmicas de Máximo Soalheiro. Esse ambiente, assinado por Pedro Lázaro, expressa as diferenças da natureza do ser e tem sua atmosfera criada a partir do barroco mineiro.

O paisagista Ricardo Pessuto tomou a jabuticabeira, o jasmim-manga e as palmeiras do local como elementos principais do projeto de seu jardim, que faz parte do espaço de Jóia Bergamo e incluiu uma vegetação de floríferas na parte mais ensolarada do local. Além disso, trabalhou com cores, formas e texturas e utilizou cobogós nos limites da residência. Destaque para espécies nativas como pau-brasil, mandacaru e sibipiruna, entre outras.
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Jardim da Piscina, por Pessuto Paisagismo

O paisagista Ricardo Pessuto tomou a jabuticabeira, o jasmim-manga e as palmeiras do local como elementos principais do projeto de seu jardim, que faz parte do espaço de Jóia Bergamo e incluiu uma vegetação de floríferas na parte mais ensolarada do local. Além disso, trabalhou com cores, formas e texturas e utilizou cobogós nos limites da residência. Destaque para espécies nativas como pau-brasil, mandacaru e sibipiruna, entre outras.

A vida na cidade se torna cada vez mais voltada para ambientes internos e temos cada vez mais vontade de nos sentirmos na natureza. As áreas externas, pátios e varandas se tornam, assim, um sonho de consumo possível. O projeto de René mostra que uma pequena área pode até ter uma lareira externa e servir como um ambiente multiúso para um café, um drinque ou mesmo para os momentos de relax. O paisagismo é de Mariana Castilho Barbosa, que fez um mix com 12 tipos de bambu e transformou a área num agradável jardim.
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Tenda, por René Fernandes

A vida na cidade se torna cada vez mais voltada para ambientes internos e temos cada vez mais vontade de nos sentirmos na natureza. As áreas externas, pátios e varandas se tornam, assim, um sonho de consumo possível. O projeto de René mostra que uma pequena área pode até ter uma lareira externa e servir como um ambiente multiúso para um café, um drinque ou mesmo para os momentos de relax. O paisagismo é de Mariana Castilho Barbosa, que fez um mix com 12 tipos de bambu e transformou a área num agradável jardim.

A entrada principal da CASA COR 2016, elaborada por Roberto Cimino e Nelson Amorim, abriga um grande Hall / Biblioteca com sala de leitura e office e recebe uma coleção do melhor da literatura brasileira modernista, assim como uma incrível coleção de obras de artistas plásticos brasileiros modernistas e concretos – Tomie Ohtake dos anos 60, Mauricio Nogueira Lima (1962), Ismael Nery, Leon Ferrari, Hércules Barsotti, escultura de Victor Brecheret, entre outros – em contraponto com arte tribal de fibra do alto Xingu. O pé-direito duplo permite que as duas torres/estantes de livros revestidas de madeira ebanizada dividam o espaço criando os ambientes laterais: a sala de leitura e a sala office no lado oposto. O totem do hall central tem base de madeira e vidro até o teto e permite ao público um contato visual próximo a um desenho com formas orgânicas de Tarsila do Amaral.
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Hall / Biblioteca, por Roberto Cimino e Nelson Amorim

A entrada principal da CASA COR 2016, elaborada por Roberto Cimino e Nelson Amorim, abriga um grande Hall / Biblioteca com sala de leitura e office e recebe uma coleção do melhor da literatura brasileira modernista, assim como uma incrível coleção de obras de artistas plásticos brasileiros modernistas e concretos – Tomie Ohtake dos anos 60, Mauricio Nogueira Lima (1962), Ismael Nery, Leon Ferrari, Hércules Barsotti, escultura de Victor Brecheret, entre outros – em contraponto com arte tribal de fibra do alto Xingu. O pé-direito duplo permite que as duas torres/estantes de livros revestidas de madeira ebanizada dividam o espaço criando os ambientes laterais: a sala de leitura e a sala office no lado oposto. O totem do hall central tem base de madeira e vidro até o teto e permite ao público um contato visual próximo a um desenho com formas orgânicas de Tarsila do Amaral.

O espaço conceitual, projetado a convite da Inovatech, traz aplicados diferentes sistemas construtivos e soluções que economizam recursos naturais, reduzem a poluição e respeitam o meio ambiente, e ainda tem elevados níveis de conforto e saúde para seus usuários. A Casa Aqua foi concebida para atender aos critérios do Referencial Técnico de Certificação da Construção Sustentável – Processo Aqua (Alta Qualidade Ambiental), lançado em abril de 2008 pela Fundação Vanzolini, inspirado no sistema francês HQE (Haute Qualité Environnementale) e adaptado à realidade brasileira.
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Casa Sustentável, por Mindlin Loeb e Dotto Arquitetura

O espaço conceitual, projetado a convite da Inovatech, traz aplicados diferentes sistemas construtivos e soluções que economizam recursos naturais, reduzem a poluição e respeitam o meio ambiente, e ainda tem elevados níveis de conforto e saúde para seus usuários. A Casa Aqua foi concebida para atender aos critérios do Referencial Técnico de Certificação da Construção Sustentável – Processo Aqua (Alta Qualidade Ambiental), lançado em abril de 2008 pela Fundação Vanzolini, inspirado no sistema francês HQE (Haute Qualité Environnementale) e adaptado à realidade brasileira.

O ambiente funcional de 13 m2 acompanha o estilo art déco do prédio. Sofisticado, o espaço recebeu mosaico de mármore, no piso e parede, tons de off-white e cru e metais Deca em dourado matte. O teto ripado Duratex traz aconchego.
As arquitetas Barbara Gomes e Giulliana Savioli, do Studio 011, desenvolveram todos os detalhes do espaço, desde o mosaico de mármore, os puxadores das portas e bancadas, até a marcenaria ripada do teto. Destaque para os metais de sensor Deca, feitos com acabamento gold matte especialmente para o projeto.
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Banheiro Feminino, por Studio 011

O ambiente funcional de 13 m2 acompanha o estilo art déco do prédio. Sofisticado, o espaço recebeu mosaico de mármore, no piso e parede, tons de off-white e cru e metais Deca em dourado matte. O teto ripado Duratex traz aconchego. As arquitetas Barbara Gomes e Giulliana Savioli, do Studio 011, desenvolveram todos os detalhes do espaço, desde o mosaico de mármore, os puxadores das portas e bancadas, até a marcenaria ripada do teto. Destaque para os metais de sensor Deca, feitos com acabamento gold matte especialmente para o projeto.

A inspiração desse ambiente veio das fotos da fotógrafa americana Francesca Woodman. A sala de estar do arquiteto conta com paredes e piso originais do Jockey Club, servindo de base para uma eclética decoração, que traz mobiliário italiano, peças de desenho autoral de Tenório e obras de arte, além de um painel de jacarandá.
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Sala do Apartamento, por Tenório

A inspiração desse ambiente veio das fotos da fotógrafa americana Francesca Woodman. A sala de estar do arquiteto conta com paredes e piso originais do Jockey Club, servindo de base para uma eclética decoração, que traz mobiliário italiano, peças de desenho autoral de Tenório e obras de arte, além de um painel de jacarandá.

A inspiração das cores desse espaço vem de uma viagem recente dos arquitetos a Estocolmo, com tons leves como rosa seco e verde-água. Diferentes elementos se mesclam, como as peças de antiquário e obras de arte contemporânea, trazendo aconchego ao ambiente, dando a sensação de que os moradores possuem muitas histórias.
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Sala da Família, por Thiago Manarelli e Ana Paula Guimarães

A inspiração das cores desse espaço vem de uma viagem recente dos arquitetos a Estocolmo, com tons leves como rosa seco e verde-água. Diferentes elementos se mesclam, como as peças de antiquário e obras de arte contemporânea, trazendo aconchego ao ambiente, dando a sensação de que os moradores possuem muitas histórias.

Trata-se de uma escada logo na entrada do evento, passagem obrigatória de circulação, onde as pessoas participam de uma imersão com a luz. O objetivo do espaço é reforçar o conhecimento da marca Brilia junto aos visitantes, de modo a expor o versátil portfólio e a mostrar a importância da participação da Brilia na mostra.
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Escada das Luzes, projeto de Todos Arquitetura

Trata-se de uma escada logo na entrada do evento, passagem obrigatória de circulação, onde as pessoas participam de uma imersão com a luz. O objetivo do espaço é reforçar o conhecimento da marca Brilia junto aos visitantes, de modo a expor o versátil portfólio e a mostrar a importância da participação da Brilia na mostra.

O espaço funcional e despojado conta com mobiliário solto que reforça a ideia de que se trata de um local para ajustes e experimentações. O ambiente conta com a temática do carro, que aparece em toda a ambientação, a exemplo do pendente construído com o logo da Renault e dos suportes para vaso feitos com cintos de segurança. A sustentabilidade se destaca no projeto, desde a escolha pelo piso de demolição até a pintura à base da água e a reutilização de peças para confeccionar os móveis.
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Garagem de Estar Renault, projeto de Todos Arquitetura

O espaço funcional e despojado conta com mobiliário solto que reforça a ideia de que se trata de um local para ajustes e experimentações. O ambiente conta com a temática do carro, que aparece em toda a ambientação, a exemplo do pendente construído com o logo da Renault e dos suportes para vaso feitos com cintos de segurança. A sustentabilidade se destaca no projeto, desde a escolha pelo piso de demolição até a pintura à base da água e a reutilização de peças para confeccionar os móveis.

A Triart Arquitetura, formada pelos sócios André Bacalov, Kika Mattos e Marcela Penteado, estreia na CASA COR com a Adega de 13 m2. O trio idealizou um ambiente com iluminação reduzida, tons sóbrios, móveis italianos e peças de antiquário. A mistura de elementos clássicos e contemporâneos garante um visual cool e, ao mesmo tempo, maduro e sofisticado. Destaque para a ousadia e criatividade dos arquitetos com a proposta de uma adega inusitada: blocos de concreto encaixados.
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Adega, projeto da Triart Arquitetura

A Triart Arquitetura, formada pelos sócios André Bacalov, Kika Mattos e Marcela Penteado, estreia na CASA COR com a Adega de 13 m2. O trio idealizou um ambiente com iluminação reduzida, tons sóbrios, móveis italianos e peças de antiquário. A mistura de elementos clássicos e contemporâneos garante um visual cool e, ao mesmo tempo, maduro e sofisticado. Destaque para a ousadia e criatividade dos arquitetos com a proposta de uma adega inusitada: blocos de concreto encaixados.

Reconhecida como a maior e melhor mostra de arquitetura, decoração e paisagismo das Américas, a CASA COR está literalmente em festa para sua 30a edição. Até o dia 10 de julho, as portas do Jockey Club – um dos espaços mais charmosos e icônicos de São Paulo – estarão abertas para receber o público no evento que convida a pensar na casa como espaço de celebração da vida.

Liderada por Livia Pedreira, a mostra segue sua premissa de unir profissionais, indústria, lojistas e toda a cadeia envolvida na arte do morar, para impactar e trazer novas informações aos visitantes.

Nesta edição, uma grande novidade: a utilização do prédio do Ambulatório do Jockey. Construído no início do século 20 pelo arquiteto francês Henri Paul Pierre Sajous, o prédio será restaurado para uso da CASA COR e, a partir de 2017, será entregue para uso do Jockey Club, reafirmando o compromisso com a valorização do patrimônio histórico – uma das missões da mostra.

Para comemorar os 30 anos de CASA COR São Paulo, o Comitê Curador reuniu um elenco de profissionais consagrados, como Roberto Migotto, David Bastos, Dado Castello Branco, Guilherme Torres e Pedro Lázaro. O evento marca ainda o retorno de outros dois grandes nomes: João Armentano e Alex Hanazaki, paisagista que será responsável pelo jardim de entrada da CASA COR São Paulo.

Composto por Cristina Ferraz, Pedro Ariel Santana, Roberto Dimbério e Cristina Bava, o Comitê também teve a missão de eleger jovens talentos para agregar ao time. Otto Felix, Marilia Pellegrini e Michel Safatle, são alguns dos promissores nomes do segmento que estrearão esse ano em CASA COR.

Confira na galeria os ambientes dessa mostra e inspire-se!

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